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História do brinco.

 

Há quem diga que a primeira função dos brincos, era espantar espíritos malignos. Eles acreditavam que os espíritos entravam pelos orifícios, e assim criaram um acessório para cobrir o orifício da orelha.

O brinco também é associado aos piratas, que segundo historiadores, quando um pirata usava um brinco ele já tinha dado a volta ao mundo ou atravessado a Linha do Equador.

Já os marinheiros usavam o acessório para quando morressem, pagar o funeral e um enterro digno, pois ele era vendido para pagar os custos.

Já na Ásia e Oriente Médio, eles eram usados pela nobreza e indicavam uma posição social. Na Pérsia Antiga, imagens nas paredes e muros remanescentes, indicam que o costume de usar brincos era comum entre os soldados do império.

Nas estátuas egípcias, os gatos usavam brincos de argolas para lembrar sua santidade.

Entre os séculos XIV e XVI as mulheres usavam brincos de pérolas grandes e irregulares dos mares do Sul, as pérolas barrocas.

No século XIV haviam leis que controlavam a quantidade de joias que eram usadas com base na quantidade de terra que a pessoa tinha e no status social.

Na África, os brincos tem significado mágico, ritualístico e religioso, para eles a fabricação de joias é expressar a alma e remete prosperidade e proteção. Em civilizações mais primitivas, os brincos são mais pesados e colocados nas meninas para alongar os lóbulos das orelhas durante um tempo e assim alcançar a beleza feminina.

No Oriente Médio o brinco mais fabricado foi tipo meia lua, ligado a todas as fases do planeta e com a capacidade de se reinventar.

Na China os brincos mais fabricados tinham a pedra Jade que representam a pureza e a serenidade.

No Japão o uso do brinco pelas mulheres começou na era moderna. Algumas décadas atrás, as mulheres nem furavam a orelha.

Nos anos 60, comunidades hippies, artísticas e musicais aderiram aos brincos e usavam como adereço ou até protesto. Assim, essa adesão passou a ser tendência no mundo todo e o uso do brinco por parte de músicos e atletas masculinos estabeleceu uma aceitação por parte dos homens. 

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